sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Promoção Especial - Marla Gil Fotografia


a maternidade me trouxe muitos presentinhos e com certeza a Marla Gil, é um deles. sabe quando o "santo bate", pois é, foi assim que aconteceu com a gente!

ela foi quem fotografou o nosso 2º Encontro Fofoca de Mãe, lá no Viva Open Mall - se tu quer ver como foi, clique aqui - e depois disso nossa amizade só cresceu e hoje buscamos juntas nossos sonhos e por isso resolvemos fazer uma promoção super especial para as leitoras do Fofoca.

sessões de fotos com um preço super especial, promoção quem não ama?



se você quiser contratar alguma dessas sessões especiais que fizemos para os leitores do Fofoca, é só você mandar um e-mail para: mgilfotografia@gmail.com, ou chamar a Marla na fanpage dela clicando aqui, só não esqueçam de dizer que vocês são leitoras do Fofoca para garantir esses preços super especiais!

vamos lá, quero ver muitas fotos lindas de vocês e os pequenos!

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Quitandinha em Família


uma tarde abençoada, um sol brilhando, o céu azul, o dia estava perfeito para que nossa "Quitandinha em Família" pudesse ser ainda mais especial.

desde que iniciei meus projetos com eventos, sempre tive intenção de trazê-los para a minha cidade, mas sentia que precisava ser algo diferente e especial.

e assim foi! no dia 10/09, a partir das 14hrs, na Floricultura Capim Limão aconteceu uma grande ação de mulheres que se tornaram empreendedoras depois da maternidade.






nossa proposta era mostrar que a maternidade pode sim abrir novos caminhos e nos trazer outro tipo de conquistas profissionais e junto com isso, proporcionar uma tarde em família em um local diferenciado.

as fotos são de autoria da minha anjinha sorridente Bárbara Schmidt, que captou nossa tarde com toda sua alegria.

a decoração IN-CRÍ-VEL ficou por conta das meninas queridas da Souvenir Festas, que trouxeram toda a ideia de feira para dentro do nosso encontro, o bolo maravilhoso que a Fran Bolos Fake fez especialmente para a nossa quitandinha e a Hortaliças Konrath, que nos presenteou com várias hortaliças e produtos naturais.











já as nossas lojinhas de mães empreendedoras, foram a Clube do Papá, com suas comidinhas saudáveis, a loja Mundo Lullaby, com as roupas da sua coleção de marca própria e também a loja Carolina's Closet, que tem roupas de aluguel para festas e também para sessões de fotos.




tivemos a kombi mais linda desse Brasil, o food truck da Cacau & Leite, que deixou a nossa tarde ainda mais doce e junto com ela, o artesanato em feltro da Pontinhos, que trouxe toda seu talento para a nossa tarde.





além disso, as mamães presentes puderam concorrer o sorteio de alguns mimos oferecidos pela Mini Viviela London, como blusas de couro da nova coleção e até uma tarde de mulherzinha no salão Studio Mix.


agora chega de blá blá blá e vamos ver (e rever!) como foi nosso encontro?


















não posso deixar de agradecer todo o carinho da Mel, dona da Floricultura Capim Limão, que se dedicou com todo carinho para que nosso dia fosse ainda mais incrível e também minha família, minha base, que esteve em cada cantinho, me ajudando, organizando e levando para todos o nosso carinho por essa tarde!



se você quiser conhecer os nossos outros encontros, só clicar nos link's abaixo:
- 1º Encontro Fofoca de Mãe
- Um Chá e Muita Mãe 
- 2° Encontro Fofoca de Mãe
e que venham muito mais quitandinhas, encontros, chás da tarde e muito mais momentos que possamos conversar, nos conhecer e fazer da maternidade um momento ainda mais especial para todas as mulheres!


quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Exemplo: menino de 6 anos decide deixar seu cabelo crescer para fazer perucas para criancas com câncer | ATL Girls

muitas pessoas acham que as crianças ainda não sabem como funciona o mundo.

mas hoje na minha coluna no ATL Girls da Rede Atlântida, contei a história do pequeno Thomas, que com apenas 6 anos, já mostrou do que uma criança pode ser capaz para ajudar o próximo!

clique na imagem e confira!


sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Multa para quem transportar criança fora da cadeirinha vai ficar mais cara

A partir de 1º de novembro a infração, que era de R$ 191,54 passará para R$ 293,47. Além do uso do equipamento de retenção, motorista deve averiguar se o modelo e o modo de instalação estão adequados



Há mais de cinco anos o Brasil deu um importante passo para a prevenção de riscos às crianças no trânsito. Desde que a lei da cadeirinha entrou em vigor no país, a maioria dos pais passou a se preocupar com o uso de dispositivos de retenção. No entanto, segundo dados da Polícia Rodoviária Federal, muitos motoristas ainda são imprudentes nesta questão. Só em 2015, nas rodovias federais houve a autuação de 740 motoristas que transportavam crianças sem o dispositivo.

A partir de novembro deste ano, a lei fica ainda mais rigorosa e a multa, que era de R$ 191,54 passará para R$ 293,47. Além disso, a fiscalização também será mais rígida. E os motoristas devem estar atentos: não é só a falta do equipamento que causa a infração, mas também o uso inadequado da cadeirinha.

Amanda Teixeira, da área de desenvolvimento da Tutti Baby, empresa especializada nestes itens, explica o que se deve levar em consideração no momento da aquisição e instalação do produto. “Existem diversos modelos no mercado e por isso muitos consumidores acabam errando na escolha. A primeira dica é verificar se a peça é certificada pelo INOR, o órgão creditado pelo Inmetro que atesta a qualidade do produto. Depois, a embalagem e o manual de instruções trazem as informações sobre para qual grupo de massa o produto é indicado e como deve ser ajustado no automóvel”, diz.

Para Amanda, um dos principais erros dos pais é não verificar o modo de instalação. “O bebê conforto, por exemplo, é utilizado para crianças de até um ano e deve, obrigatoriamente, ser instalado de costas para o motorista. Alguns modelos de cadeirinha usam o cinto do carro para fixação das crianças. Se ele passar pelo pescoço, significa que o produto é inadequado”, alerta.
Tipo ideal de acordo com o tamanho da criança Existem cinco grupos, classificados pelo peso das crianças, para adequação dos modelos de cadeirinha. São eles:Grupo de massa O : de 0 kg até 10 kg, altura aproximada de 0,72m, até 9 meses (usa o bebê-conforto)Grupo de massa O+: de 0 kg até 13 kg, altura aproximada de 0,80m, até 1 ano (usa o bebê-conforto ou cadeirinha)Grupo de massa I: de 9 kg até 18 kg, altura aproximada de 1m, até dois anos e oito meses (usa cadeirinha)Grupo de massa II: de 15 kg a 25 kg, altura aproximada de 1,15m, até cinco anos (usa cadeirinha)Grupo de massa III: de 22 kg a 36 kg, altura aproximada 1,30m, até 10 anos (usa cadeirinha ou acento de elevação). 

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Desculpe o transtorno, mas eu preciso falar da maternidade


Desculpe o transtorno, Gregório e Clarice, Rafinha Bastos e Júnia. Preciso muito falar da maternidade.

Ok, ok! As declarações de Gregório Duvivier e Rafinha Bastos de nada têm a ver com maternidade, mas fala de amor, o amor idealizado e o amor real, assim como na maternidade.

A minha visão de "maternidade real" é bem diferente.

Permitam-me contar a minha história.

Não nos conhecemos no jazz, nem em uma balada alternativa, nos conhecemos através de enjôos e atraso da menstruação. Estava tentando me enganar que a culpa era da bebida de um carnaval na praia com as amigas, mas no fundo sabia que não era isso. Foi então, que um xixi em um palito, eu... Não, eu não me apaixonei por ele, eu tive medo dele.

Drama, medos e insegurança, que foi decidido que ele ficaria na minha vida (e a decisão não foi minha).

Com o tempo passando, fomos nos acostumando um com o outro, ele continuava me dando enjôo e me fazia ficar cada dia maior, mas mesmo assim, aos poucos, o amor foi surgindo, assim como pontapés, uma bexiga reduzida e os pulmões espremidos.

Questionava-me como seria nosso futuro, se daria conta de mais uma pessoa, já que ainda nem sabia me cuidar (muito menos me bancar sozinha!), mas no fundo eu sabia que daria conta. Algo dentro de mim dizia que fomos feitos um para o outro (ou na verdade um do outro, tanto faz!) e me dei conta que a minha vida havia mudado completamente. 

Não ache que esse amor que sinto hoje por ele, veio de uma vez só, ou que no momento em que o vi pela primeira vez, o amor estava pronto lá. O amor foi sendo construído dia após dia, mas sempre soube que daria mais do que podia por ele.

Ele me ensinou que não tinha tanto nojo de trocar fralda de um bebê, que me sacrificaria ao máximo para poder amamentar (mesmo que fosse uma das piores dores que eu já tivesse sentido) e pra ser sincera, me senti uma vaca leiteira por muitas vezes, sempre com as roupas manchadas (e azedas) de leite e nas outras vezes que não eram leite, certamente era vômito do refluxo dele.

Dormir, já não seria mais minha prioridade na noite, mas sim o ver dormir bem, mesmo que eu tivesse que ficar sentada na cama, em uma posição completamente impossível de ter um sono tranqüilo.

Um dia ele gosta de uma porca rosa, outro dia sai jogando bolas para capturar animais estranhos que estão habitando o mundo imaginário da cabeça dele. Vão existir momentos que você vai pedir que ele caminhe e fale, você espera ansiosa por esse momento, mas em outros tantos, você vai pensar: "porque quis tanto isso?".

Mas calma, quando você achar que já aprendeu tudo, ele vai mudar. Sim, eles mudam e muito mais rápido que você possa imaginar!

Você vai aprender a controlar batatas nos pés do seu filho em meio uma febre de mais 40° e também vai aprender que se você pular alguma soneca do dia, você terá grandes problemas (e você vai se arrepender profundamente disso!).

Os brinquedos não serão guardados como você pediu, ele vai sujar a roupa pouco antes de vocês saírem para o aniversário do coleguinha dele e ele vai chorar muito quando você colocá-lo de castigo.
A alimentação dele não será como você imaginava/esperava, o sono noturno será muito mais complicado do que os livros explicam, a vontade de querer sumir por uns dias vai aparecer.

Ele me fez ter mais olheiras, estrias e uma ponchete (e não é a que você está pensando, infelizmente) que me acompanha todos os dias. Ele vai te fazer abrir mão de um emprego, de alguma balada com os amigos e mesmo que você não abra mão de alguma coisa, no início você vai se sentir a pior pessoa do mundo.

Sua comida por muito tempo não será mais ingerida na temperatura na qual foi servida no prato (e não pense que em família, alguém irá te ajudar para que você consiga isso) e muitas vezes, seu almoço será o que ele deixou no prato.

O chulé dele será um dos melhores perfumes para seu olfato e você vai descobrir que instinto materno não fala tão alto assim, que muitas vezes você vai achar que ele está com sono, mas ele só está com a fralda cheia e você esqueceu de trocar (sim, você vai esquecer de trocar a fralda cheia de número dois, alguma vez isso vai acontecer, te garanto!).

Um dia você vai estar cansada, sentindo que não irá mais conseguir, que não vai dar conta de tudo e ao colocar ele na cama e ele suspirar para um sono profundo e relaxado, você vai perceber que amanhã é um novo dia e ele dormiu achando que tem a melhor pessoa do mundo ao lado dele.

Alguns dias você vai deixar a louça na pia, outros vai deixar a roupa para dobrar virar uma grande montanha e em certos dias você vai perceber que você não tomou banho no dia anterior (experiência própria!).

Não conversamos sobre gastronomia, política e desigualdade social. Conversamos sobre os milhares de brinquedos que ele me pede durante dia, assistindo os comerciais da televisão, os poderes dos super-heróis e algumas vezes sobre como chorar para ganhar alguma coisa não irá funcionar (ok, algumas vezes ele ganhou essa disputa!).

A maternidade de verdade não tem poesia, muito menos todos aqueles sorrisos do comercial de fraldas descartáveis ou margarina. Na maternidade real está na entrega do eu para a criação de um novo ser humano.

É a esperança de estar formando uma pessoa melhor e dando a ela autonomia de fazer o mundo da forma que ela imaginar, mesmo que um dia essa imaginação venha por água abaixo quando ele descobrir que eu escondia (vou sempre esconder) chocolate dele para poder comer sozinha.

Na realidade é muito mais difícil e complicada do que qualquer pessoa já pode descrever (esqueça os livros tradicionais de maternidade), isso tudo você só vai perceber, quando viver e mesmo quando viver, você pode achar algumas coisas mais complicadas do que eu, outras nem tanto, mas é aí que está a maravilha de ser mãe.


Esse mês, pela primeira vez, eu me peguei listando os motivos pelos quais eu abri mão de tanta coisa para poder estar mais presente na vida dele. Achei que fosse chorar. E o que me deu foi uma felicidade muito profunda de poder acompanhar o crescimento e desenvolvimento dele mais perto e assim, estar vivendo junto com ele a sua primeira infância, feliz e cheia de uma energia que mal cabem dentro de um corpo tão pequeno, um coração tão puro, o grande amor da minha vida. Não falta nada.