Vida amorosa pós maternidade - Parte III

junho 12, 2015

Oi pipooow, tudo bem com vocês?!

Dia dos namorados chegou e espero que todas possam comemorar essa data na melhor forma, com muito amor.

Esqueçam os presentes, AMEM, isso que importa nesse dia.

Você não tem namorado, beleza, se ame, ou ame seu filho (a), amigos, cachorro, papagaio, até seu travesseiro, enfim, AME muito, isso que importa!

Hoje quem conta sua história é a musa das donas de casa, a guru de limpeza e organização, quem é?

SIIIIIIM, nossa Mãe na Massa!

Dona Juliana estava me devendo há muito tempo uma matéria aqui para o site e essa semana ela conseguiu fazer uma super especial, contando como ela conseguiu conhecer o homem da vida dela, mesmo já sendo mãe e superando todos os preconceitos, de ser mãe (muito) nova e mãe solteira.



Conheci o Alexandre aos 17 anos de idade, quando entrei para trabalhar na mesma empresa que ele, na época ele era noivo e eu namorava e já era mãe da Pi. As vezes pegava carona com ele para voltar do trabalho, que as vezes levava a noiva também, e aos poucos fomos nos tornado grandes amigos, como era de se imaginar..

Saí da empresa e fiquei 1 ano fora, mas falava com ele quando dava pelo MSN, e ele sempre pedia pra eu ir visitar o pessoal, mas como minha rotina era outra, nunca deu! Um belo dia eu estava ali perto e fui lá visitar a empresa e por sorte, me chamaram para trabalhar lá de novo..

Logo, eu estava de volta e voltamos a nos falar direto, as caronas aumentaram, de modo que eu ia e voltava com ele, conversávamos muito! Ele admirava o fato de eu levar tão bem a criação da Pi mas me puxava a orelha para os namoros. O tempo foi passando e terminei meu namoro, ele sempre me fez enxergar um novo lado da moeda, sempre me fez pensar na Pietra antes de qualquer coisa. Com isso eu começei a namorar outra pessoa e ele era contra principalmente pelo fato de eu ter a Pi, ele dizia que "o cara" ia se aproveitar de mim e blá blá blá... Eu segui com meu namoro e ele seguiu com o  noivado dele, e ele sempre na dele, nunca tivemos um nada de diferente! Era amizade mesmo. 

Terminei outro namoro e ele o noivado começei a olhar ele de uma forma diferente, com mais ternura (sim, é piegas mas é verdade),  já faziamos bastante coisas juntos e isso só foi crescendo. Eu sentia vontade de cuidar dele e de ver ele feliz, era como uma necessidade pra mim. Lembro que eu nunca esqueci o aniversário dele, sempre parabenizava e não me conformava que ele não comemorava, e foi em Junho de 2011, logo após o aniversário dele que tudo isso mudou! 

Como éramos bem amigos e tinhamos amigos em comum, fomos á uma feira de carros antigos de São Paulo, coisa que gostamos, na mesma semana que meu aniversário, e eu dando varias "indiretas diretas" pra ele, mas ele não se ligava hahaha #Homens! Foi quando nosso amigo se tocou mas ficou na dele, me zoou até hoje mas ficou na dele. Naquele dia a volta pra casa foi algo diferente, eu queria mas é não sabia e assim não rolou nada, exatamente como alguns dias que se seguiram.

Os dias se passaram e se não fosse nosso amigo eu e o Ale não teríamos nem nos casado! Não tinha acontecido nada! O amigo vinha todo empolgado querendo me ajudar e não se conformava do Ale não ter percebido nada! Foi quando eu pensei em deixar pra lá e não estragar a amizade que ele (finalmente) se (nosso amigo foi direto) tocou e deu o primeiro passo! Nosso primeiro beijo finalmente aconteceu, foi dia 7 de Julho de 2011 e de lá pra cá nunca mais nos separamos!



Começamos a namorar em Julho, contei pra família e minha mãe, que já conhecia ele, ficou feliz, o que me deixou mais tanquila! Não tive medo de aproximar ele da Pi porque  eles já se conheciam, afinal ele já era meu amigo e me ajudava muito, principalmente com a carona, que salvava de chegar no horário e pegar a Pi na escola, e assim fomos fazendo pequenos passeios juntos, íamos muito ao cinema, assistíamos filmes em casa juntos e ela foi ficando mais próxima dele e se apegando também.

Quando menos espero, foram exatos 3 meses, ele disse que queria casar comigo, eu e meio mundo ficamos extremamente chocados, pois ele, apesar de ter sido noivo, nunca deu muita bola pro casamento, e assim, sem cerimônias, ele foi morar comigo, que já morava sozinha com a Pi é a vó.

Meu maior medo era o que a Pi ia pensar se a gente se separasse, afinal ela já tinha vivido uma separação traumática e eu queria protegê-la de outra, mas sempre tive em mente formar uma família de verdade e segui meu coração, que dizia que eu podia seguir em frente e que dessa vez seria diferente.

Nós mudamos, pois na minha casa ele não cabia e foi então que em Novembro começamos uma vida em família! A Pi, que era muito carente, logo foi se apegando a ele e ele à ela. Até que ele assumiu todo o papel de pai, com as alegrias e as tristezas! A aceitação do pai biológico não interferiu em nada pra nós, pois ele já era ausente e a Pi nunca foi apegada à ele, o que facilitou muito essa transição!

Pouco tempo depois queríamos um filho e assim aconteceu, engravidei, casamos no papel e muita coisa mudou, assim como muda na vida de todos... Hoje temos quase 4 anos juntos e só vejo o quão bem fez nosso casamento, a Pi o chama de pai, tem e sente tudo o que uma filha de verdade teria pelo seu pai biológico e isso não tem preço que pague! Ele sempre soube que ela era meu maior tesouro e a trata assim até hoje! 



Houve preconceito? Sim! Muitos! Mais ainda pelo fato de eu ter uma filha tão nova e ser solteira, mas isso nunca me proibiu ou me afastou da vida e eu sempre soube que eu teria meu sonho realizado mais cedo ou mais tarde.

Não podemos desistir de nossos sonho de ter uma família só porque a primeira formação não deu certo, tudo com o tempo e o cuidado com o emocional dos nossos filhos se encaixam, tudo se ajeita! Basta ter paciência, perseverança e fé, que tudo se ajeita.


Quem ainda não segue ou não conhece a Ju (acho meio impossível né) segue as mídias dela, é só sair clicando e acompanhando ela!


Beijos e até o próximo post!


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