Dia das Crianças - Por Eduardo, O Pai das Marias

outubro 16, 2015


Eae meus amigos e amigas!

Estamos no finalzinho da semana que tem uma das mais importantes datas pra quem é pai e mãe, Dia das crianças, pode parecer estranho, mais esse dia começou a ter mais significado agora, depois que me tornei pai, mais importante do que na época que eu esperava ansioso pelo meu presente.



Você espera ansioso pelo mês de outubro e quando ele chega, você não tem  ideia nem do que vai comprar, esse era o meu dilema, as meninas ainda tem um ano e nove meses e a outra cinco meses, pra elas tanto faz o presente mais caro ou o mais barato, o  mais moderno ou o não tão moderno, acabei optando em não comprar nada, elas tem tudo que precisam,  acabamos recebendo meus pais logo cedo da manhã, que trouxeram alguns presentes pra elas, interessante que quando você é filho, você não nota a felicidade de quem está te presenteando, e quando eles chegaram com uma boneca pra Maria Antonia, pude ver no olhar dos dois, uma alegria tão grande, não da pra mensurar, fiquei pensando no sacrifício que era na época deles, quando crianças e principalmente, na época que eram pais de crianças, logo toda euforia passou e Maria Antonia foi pra casa deles com os outros netos e ficamos eu, Si e Duda em casa, e comecei a ver as redes sociais, também foi dia de Nossa Senhora Aparecida, e então iniciou aquela guerra que acontece  todo dia das crianças e natal, “quem deu o melhor?”, “quem da o mais caro é pra suprir a falta de amor”, “eu posso dar o mais caro  mas prefiro dar um livro”, uma disputa que não acrescenta em nada, uma disputa dos adultos que preferem julgar a atitude dos outros pais, à se colocar no lugar do outro.

Ninguém sabe o que fez cada um escolher cada tipo de presente, eu não sei o motivo de alguém ter dado o mais caro, ou o mais barato, ou o mais diferente ou de simplesmente achar que o presente mais legal é um bom passeio com um cachorro-quente, mas o que me fez pensar mais no final do dia, foi que, eu também já fiz esse julgamento, eu já critiquei quem não tinha tanto tempo, ou quem dava o mais caro.

Antes de ser pai,  é tudo muito diferente, você aponta, você crítica e sempre afirma “comigo seria diferente”, um grande engano! 

Se a paternidade não mudar sua essência, nada mais muda! 


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