Terrible 3: cadê minha pequena adorável? #TrocaDeBlogueiras

abril 08, 2016

Clara sempre foi uma criança super tranquila. Desde bebê, colo e aconchego é o que importa. Carinhosa, gosta de estar em casa, em família.

No entanto, de algumas semanas para cá alguma coisa aconteceu. Minha pequena foi substituída. No lugar, surgiu uma criança birrenta e manhosa, que quer a todo custo se impor. Pensa na sofrência materna aqui.


O horário crítico é sempre pela manhã. A rotina, que já foi conturbada quando o Vítor e a Clara eram menores, ultimamente estava tranquila. Ambos acordavam de bom humor e já ajudavam nas tarefas.

Agora a situação mudou. O Vítor continua colaborando, mas a dona Clara. Senhor! Briga para acordar. Briga para tomar café. Briga para entrar no carro. Resumindo: um teste de paciência diário.


Por outro lado, notei um amadurecimento importante nela. Clara nunca gostou de médico, exames e toda a função (também né, quem gosta?). Chorava e fazia escândalo.

No entanto, esta semana ela teve uma consulta com a pediatra e fez exames de rotina. Para minha surpresa, a experiência foi fantástica. Colaborou, nada de choro e muita coragem na hora de tirar o sangue.

Então percebi que ser mãe é isso. É viver um looping de emoções, indo do céu ao inferno em poucos minutos.

Além disso, se existe um tal de terrible 3, ele com certeza tem a sua dose de fofura. Novas palavras, uma maior compreensão do mundo. Uma criança descobrindo a sua autonomia e testando os limites. Da paciência materna, também. Mas faz parte. Seguimos no caminho do amor e da paciência que tudo se encaixa.

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